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Hematopoiese Wikipédia, a enciclopédia livre

A medula �ssea dos ossos longos e chatos � o s�tio definitivo da hematopoiese. Como no ambiente hep�tico, a atividade de suporte hematopoi�tico pelo par�nquima espl�nico pode ser retomada em situa��es patol�gicas e/ou in vitro (Tsuchiyama, Mori et al., 1995; Wolber, Leonard et al., 2002). A atividade hematopoi�tica acess�ria do timo perdura durante toda a vida fetal e p�s-natal.

Qual é a célula mais importante do corpo humano?

Encontram-se muitas mitocôndrias pequenas, e complexo de Golgi grande, participando da formação dos grânulos azurófilos. Devido ao arranjo pouco denso de sua cromatina, o núcleo dos monócitos é mais claro do que o dos linfócitos, possuindo de dois ou três nucléolos, que algumas vezes podem ser vistos nos esfregaços comuns. Os monócitos são os maiores leucócitos circulantes, e representam de 4 a 8% dos leucócitos na circulação sanguínea, possuem diâmetro entre 15 e 22 μm. Estes são fundamentais pelas respostas imunitárias de base celular, que não dependem dos anticorpos circulantes. Podendo ser encontrados nos mais variados tamanhos, com diâmetro variável entre 6 e 8 μ.m, conhecidos como linfócitos pequenos; e uma pequena porcentagem de linfócitos maiores, que podem alcançar 18 μm de diâmetro.

Fases da Hematopoiese

O sangue transporta oxigênio e gás carbônico, o primeiro ligado à hemoglobina dos eritrócitos e o segundo ou ligado à hemoglobina ou dissolvido no plasma sob a forma de bicarbonato. O volume total do sangue de um adulto médio é de cerca de 5 L, e ele circula por todo o corpo, dentro dos limites do sistema circulatório. O sangue é um fluido viscoso, levemente alcalino (pH, 7,4), cuja cor varia de vermelho brilhante a vermelho-escuro e que corresponde a aproximadamente 7% do peso do corpo.

Tipos de Células Sanguíneas

  • Além disso, os glóbulos brancos são fundamentais para a defesa do organismo contra infecções, o que também influencia o metabolismo, especialmente em situações de estresse ou doença.
  • Somente resumindo, o tecido hematopoiético é o formador dos elementos figurados do sangue.
  • A produção adequada de glóbulos vermelhos é vital para garantir que os tecidos recebam oxigênio suficiente para suas atividades metabólicas.
  • Tem sido demonstrado que a hematopoiese medular acontece em microambientes, ou nichos, determinados pela organiza��o de sub-popula��es de c�lulas estromais (Calvi, Adams et al., 2003; Zhang, Niu et al., 2003; Tokoyoda, Egawa et al., 2004).
  • Os eventos deste processo de coloniza��o ainda n�o s�o completamente entendidos, mas os avan�os nesta �rea indicam uma participa��o essencial das integrinas α-4 e b-1 (Arroyo, Yang et al., 1999), assim como do complexo CXCR-4↔SDF-1 (Mcgrath, Koniski et al., 1999).

Além disso, o fígado e o baço podem retomar seu papel hematopoiético fetal (hematopoiese extramedular). No período da lactação, toda a medula óssea é hematopoiética, mas durante a infância há substituição progressiva da medula por gordura nos ossos longos, de modo que a medula hematopoiética no adulto é confinada ao esqueleto central e às extremidades proximais do fêmur e do úmero. De seis semanas até seis a sete meses de vida fetal, o fígado e o baço são os principais órgãos envolvidos e continuam a produzir os elementos figurados do sangue até cerca de duas semanas após o nascimento. Na fase intermediária da vida fetal, o baço e os nodos linfáticos desempenham um papel menor na hematopoiese, mas o fígado continua a dominar essa função.

É nessas células que as características que diferenciam cada linhagem celular sanguínea são observadas pela primeira vez. Essas células mieloides e linfoides possuem menor potencial de diferenciação do que as células-tronco pluripotentes, e são tecido celular conhecidas como células progenitoras multipotentes. Esse processo acontece entre a 4ª e a 6ª semana de vida intra-uterina, e marca o início da fase hepática da hematopoiese. Após o início dos batimentos cardíacos fetais, e consequentemente da circulação sanguínea fetal, ocorre uma migração das células originadas dos vasos em desenvolvimento para o fígado fetal.

A hematopoiese tem um impacto significativo no metabolismo, uma vez que as células sanguíneas desempenham funções essenciais na entrega de oxigênio e nutrientes aos tecidos, bem como na remoção de resíduos metabólicos. As citocinas, como a eritropoietina e o fator estimulador de colônias, são fundamentais para estimular a produção e a diferenciação das células sanguíneas. A hematopoiese é essencial para a manutenção da homeostase do organismo, garantindo que o sangue tenha a quantidade adequada de células para desempenhar suas funções vitais. Este processo ocorre principalmente na medula óssea, embora também possa acontecer em outros órgãos, como o fígado e o baço, especialmente durante o desenvolvimento fetal. A monitorização destes parâmetros fornece informações sobre a atividade da medula óssea diretamente a partir duma medição de sangue total.

Os neutrófilos são os leucócitos mais presentes no sangue, representando cerca de 60 a 65% dos leucócitos do sangue circulante normal. O aumento no número de leucócitos o sangue chama-se leucocitose e a diminuição leucopenia. Por isso, considera-se, na prática, que quase todo o hematócrito é constituído de células vermelhas. Os eritrócitos são células anucleadas em forma de disco bicôncavo. O fibrinogênio é necessário para a formação de fibrina, na etapa final da coagulação do sangue. Muitos podem ser feitos utilizando o plasma mas, pela praticidade e qualidade (líquido livre de células), a maioria dos laboratórios utilizam o soro.

A medula óssea é o principal local de produção de células sanguíneas. Além disso, o microambiente da medula óssea, que inclui células estromais e matriz extracelular, também desempenha um papel crucial na regulação da hematopoiese. Após o nascimento, a hematopoiese continua na medula óssea, onde as células-tronco hematopoiéticas se proliferam e se diferenciam em células maduras, que são liberadas na corrente sanguínea. Hematopoiese é um termo sinônimo de hematopoese e refere-se à produção de células sanguíneas no organismo.

Assim, após os 50 anos de idade, inicia-se um processo chamado mieloesclerose senil, caracterizado pela substituição do tecido adiposo por proliferação de fibroblastos, resultando na formação da medula óssea cinzenta. Esse processo é chamado de convergência troncular da hematopoiese e representa uma adaptação funcional à maturação do organismo, concentrando a produção celular em locais mais protegidos e metabolicamente ativos. Existe ainda uma modalidade de transplante de medula óssea chamado de transplante autólogo, quando são usadas células do próprio indivíduo para restaurar o seu sistema hematopoiético.

A intera��o CXCR4/SDF-1 est� relacionada com a transmigra��o celular nos vasos sang��neos. Interage com SDF-1 (stromal-derived factor 1 – fator derivado do estroma), tamb�m conhecido como CXCL12 (ligante CXC-12) ou PBSF (pre-B cell growth stimulating factor – factor estimulador do crescimento de c�lulas pr�-B). A via de sinaliza��o Wnt est� relacionada com o controle de prolifera��o celular. Estudos exaustivos t�m sido realizados com intuito de desvendar todos os componentes envolvidos neste processo. A forma��o �ssea ocorre por dois processos distintos, de acordo com a sua localiza��o, denominados ossifica��es endocondral e intramembranosa (para revis�o (Kronenberg, 2003)). Al�m de desempenhar outras fun��es na vida adulta, o ba�o persiste com sua atividade hematopoi�tica, em camundongos, apesar de estar confinada � eritropoiese.

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